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moda lisboa 33 – dia 3

O terceiro dia de moda começa no Lab Room, um espaço dedicado a novos talentos e propostas conceptuais.

Inspirado numa situação de violência e caos, Vítor faz a sua esteia a solo na Moda Lisboa com a colecção “Watch the greek” – alternativa e irreverente mas descontraída e confortável, pelo design das peças e dos materiais utilizados.
Algodões e malhas.
Detalhes em cortiça e garrafas de cerveja aplicadas.




Adidas Originals
Seis colecções distintas celebram a originalidade.
A Adidas comemorou o seu 60º aniversário com um desfile que contou com a presença de vários “embaixadores” da marca: Pedro Miguel Ramos (apresentador de televisão), Rui Unas e Rita Pereira (actores), Nilton (humorista), Telma Monteiro e Naide Gomes (atletas), entre outros.
Moda desportiva de alto nível, na passerelle da Moda Lisboa.






Katty Xiomara interpretou a feminilidade de uma mulher forte e determinada, mas ao mesmo tempo doce e delicada.
A analogia entre a mulher e a flor foi conseguida através de transparências e sobreposições, plissados, folhos e drapeados em tons de Primavera.
Lindíssimos vestidos românticos, longos ou curtos, com detalhes recortados em forma de pétala.
Uma colecção suave…como uma flor!






Sara Lamurias, apresentou no espaço Lab o mais recente trabalho da Aforest Design: Overage.
A temática do lobo nos contos infantis como personificação do medo na sociedade actual.
Peças artesanais em crochet e jersey de algodão evocando o lobo e o universo místico que o rodeia.






Luís Buchinho recriou o movimento ondulante das medusas numa colecção ultra moderna, muito elegante e feminina, com aquele design único e arrojado, que é a assinatura em tecido do seu criador.
Vestidos, pedaços de arte que nos transportam por instantes para uma dimensão paralela. (a dos sonhos? …)
Clássicos reinventados, são peças eternas, para além dos limites do tempo e das tendências.
Assimetrias, plissados destruturados em silhuetas fluidas.
Vários tons de azul, malva, anis, branco, pérola, preto, rosa e laranja.
A maquilhagem clean das modelos, bem como a ausência de acessórios, fizeram cada peça brilhar por si.










Nuno Baltazar, um dos estilistas mais acarinhados pelo público português, inspirou-se numa viagem a Cabo Verde para “Morabeza”.
Nesta colecção, a fusão do estilo africano e europeu, num jogo de contrastes bastante original e interessante.
Sobriedade e elegância VS tons quentes – safari e exotismo, em misturas cromáticas inesperadas.
Branco e preto.
Cortes depurados, minimalistas. Brilhos.
Acessórios em madeira.









Modelos de lábios negros e óculos escuros, desfilaram para Ana Salazar, uma colecção leve e fluida, com pormenores franzidos, pregueados e drapeados.
Vestidos pelo joelho, tecidos lisos ou estampados em tons de verde, rosa ou laranja.
Preto, verde cítrico, azul-cobalto, pintaram vestidos, saias e trench coats.
Silhuetas contidas.



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