31.12.08

net-a-porter



"NET-A-PORTER.COM is the world's premier online luxury fashion retailer."

peças assinadas pelos maiores criadores de sempre, à distancia de um clique.

adoro ver as novidades, e "espreitar" as propostas dos meus designers favoritos!

28.12.08

miau frou frou

por onde andei hoje...?



conheci o espaço, de Juliana Cerdeira, na Rua Miguel Bombarda nº 416 , Porto

um espaço bonito e original, que vale a pena visitar!!

as peças? UNICAS.
(vontade de levar tudo para casa!!...)

tendencias 2008

A história de 2008, contada pela moda…

As tendências, as influências, as cores e silhuetas.

Uma viagem pelas estações do ano, através de alguns artigos que escrevi para o HiperFashion.

27.12.08

street fashion - a moda na rua

É na rua que o desfile continua.
Brinca com as cores e imprime às tendências a personalidade individual de cada um.
É a rua, uma passerelle de estilo, fusão de gosto e criatividade.
A montra visual de cada estação, vestida pelo quotidiano.
É na rua, que a moda se torna viva.



Esta Primavera, a cor passeia vibrante, principalmente sob a forma de acessórios.
Grandes carteiras e pumps coloridos explodem em tons ácidos e néon.
Verde esmeralda, azul eléctrico, amarelo semáforo, vermelhos, laranjas e rosa bubble gum.
Esta tendência rompe com o purple que invadiu os nossos guarda-roupas no ano passado (e que ainda se mantém!)
Alegre e divertida, quando conjugada com tons neutros, tem na minha opinião, o sério risco de em vez de um look moderno, adquirir um efeito muito parecido com um reclame luminoso!

Os meus favoritos:

A influencia dos anos 50, transporta-se da estação anterior, em que assistimos ao “reborn” do perfecto - usado pelos primeiros motards da historia (militares da primeira guerra mundial), adoptado por estrelas dos anos dourados do cinema, como James Dean e Marlon Brando, e mais tarde, peça ícone dos hard rockers de todo o mundo.
Um clássico, que para mim, nunca devia ficar out.

Silhuetas ultra-femininas, com cinturas bem marcadas, sapatos e sandálias de salto agulha ou compensados, em verniz, com padrões floridos e lacinhos, e as eternas bailarinas, misturam-se agora com elementos hard rock e pulseiras extra large.
Tons pastel, muito suaves, chegados directamente de Paris e Milão, aliam-se a rendas, folhos e plissados. Organza, tule e branco, que se usam em vestidos, ou túnicas e tops, com skinny jeans, e pumps de todas as cores.


A campanha “New Romantic” da Levis 531, traduz o conceito da nova imagem, num look rebel-chic que eu adorei, e deixo a sugestão!


SALSA

E como falar de Sreet Fashion, sem mencionar o jeans wear…?
Por ser uma marca portuguesa, um caso de sucesso, e uma escolha pessoal minha, não poderia deixar de a referir.



A Salsa, nasce em 1994, fundada pelos irmãos Vila Nova, que com o seu empreendedorismo e visão, transformaram a pequena industria de acabamentos têxteis, numa produção de sucesso, altamente competitiva!
Durante os primeiros anos, as peças eram vendidas em lojas multimarca, até que, em 1998, foi aberta a primeira de muitas lojas Salsa, que podemos hoje encontrar em todas as grandes cidades de Portugal, e espalhadas pelo mundo, em cerca de 20 países!
(Apesar de não haver nenhuma loja Salsa no Brasil, vale a pena espreitar o site www.salsajeans.com).

Com o intuito de “promover a cultura global, assente na diferenciação, versatilidade única e actualização permanente”, a marca aposta na alta qualidade de materiais e acabamentos, aliando fiting e estilo.
Enquanto escrevia este artigo, não pude deixar de me perguntar: “ Mas porque é que eu gosto tanto da Salsa?”
A resposta, é o conjunto de todos estes factores: A Atitude!

New look, rockabilly e big hair



Ao ritmo do rock 'n roll, os anos 50 regressaram e subiram à cabeça de toda a gente!
O aguardado e desejado regresso do glamour às nossas vidas (e guarda-roupas) trouxe o vestido, como must have da estação, em padrões floridos e tecidos fluidos.
O old-new look viaja no tempo e reinventa-se, à luz da modernidade.
O rockabilly, assume-se como tendência, e chega-nos a pouco e pouco pelo som de novas bandas a recordar Elvis ou Jerry Lee Lewis. Impossível ficar indiferente!
Nos anos 50, Coco Chanel, Christian Dior e Yves St Laurent recriaram a figura da mulher do pós-guerra.

Havia uma necessidade de resgatar a feminilidade e sumptuosidade, abafadas durante os anos difíceis que a Europa tinha atravessado.
Assim surgiu a nova silhueta, ultra-feminina, traduzida em linhas trapézio, ombros delgados, cinturas estreitas, saias amplas e saltos agulha. Unhas e lábios bem vermelhos, e cabelos estruturados.

Os óculos em massa XL estilo Jackie O. regressaram ao panorama fashion, e o big hair é adoptado pelos grandes estilistas, que elegem como ícone a cantora Amy Winehouse.




Os cabelos volumosos, desafiam a lei da gravidade graças ao poder da laca (muita, muita laca!!!) e assumem-se como expressão de irreverência e rebeldia.
Até mesmo Claudia Shiffer aderiu à nova imagem, recordando Brigitte Bardot, num clássico mais actualizado.

Um desafio:

1- Ripar o cabelo por baixo, com um pente, até ao topo da cabeça.
2- Abusar da laca.
3- Pentear o cabelo por cima, de leve, de forma a esconder um pouco o emaranhado.
(quanto mais despenteado, mais cool!)



Será que a moda pega?!

verao



Os dias espreguiçam-se na areia, contemplando um imenso horizonte azul.
Na cidade, as ruas desertas. Como se também o tempo, tivesse parado.
No ar, o perfume a maresia, gelados de fruta, e creme bronzeador.
São fins de tarde lendo Hemingway, e bebidas frescas na esplanada.



Antes dos anos 60, os portugueses não tinham o habito de se deslocar muito nas suas férias.
Portugal, é um pequeno rectângulo de terra, banhado a sul e oeste pelo Atlântico.
As pessoas deslocavam-se às praias mais próximas das zonas onde moravam.
Os fatos de banho, em malha grossa, obedeciam a parâmetros de discrição, que eram devidamente vigiados pelos "Cabos do Mar", que se passeavam de farda branca, certificando-se de que todos se vestiam conforme o estabelecido. Os homens usavam fato de banho completo, e os das senhoras, tinham ainda uma saia que acompanhava o calção.



Com a musica "Summer Hollidays", Cliff Richards contribui para colocar o Algarve no mapa de ferias do resto da Europa.
A pouco e pouco, as pequenas, pacatas vilas de pescadores, vestiam as cores do progresso, em fatos de banho mais ousados.



Nos anos 70, os biquinis de crochet, faziam furor, e nos anos 80, era do glam e do kitch, tudo era permitido!
No mês de Agosto, o Algarve tornou-se a Meca dos portugueses. Praias apinhadas de gente, e cidades super urbanizadas enterraram de vez o doce Algarve dos postais antigos.



Nos anos que se seguiram, o país aderiu ao eco-turismo, redescobrindo paisagens campestres, belíssimas praias fluviais e a tranquilidade da paisagem. O fato de banho, foi votado às aulas de natação, ou aos baús das mais saudosistas, e o biquini brasileiro tornou-se a peça mais desejada do Verão.

Devido à necessidade de protecção da pele exposta aos raios solares, e ao percurso cíclico de tendências em que a moda se reinventa, eis que surge o "tankini", constituído por duas peças: um top mais comprido, e calção.


O fato de banho, é o must-have da estação. Como peça única, reaparece nas propostas dos criadoras, nas montras das lojas e em todas as revistas de moda. Mais bonito do que nunca, com cores apelativas e design espectacular.
Não acredito que venha a destronar o biquini ( já que este permite um bronzeado mais bonito ), mas terá, sem duvida, presença obrigatória em sofisticados passeios de barco, ou elegantes mergulhos de piscina.

o outono esta a chegar...


As primeiras chuvas lavam as ruas da cidade, anunciando o Outono que nao tardará a chegar.
No campo e nos jardins,as folhas douradas das árvores irão soltar-se no vento, formando um manto fôfo e estaladiço sobre o chão.

Uva e ameixa, café e avelã substituem os tons de um Verão alegre e colorido, mas não tão quente quanto seria esperado em Portugal.
As montras das lojas vestem-se com as novas colecções exibindo tendências e despertando a nossa criatividade, e vontade de renovar o guarda-roupa...!

A tendência 50th mantém-se nas silhuetas ultra-femininas dos vestidos.
Calças de tweed em linhas direitas e cintas subidas. Cardigans em malha e casacos: trencht, sobretudos ou blazers, sempre cintados.
Os tons do bosque aliam-se a materiais quentinhos e apeteciveis, malhas de lã e algodão, peças em tricot e acessórios indispensaveis como lenços e chapéus.
Um pormenor interessante, são os collants coloridos, a dar um toque divertido ao mais sofisticado dos looks!
Este Outono, vamos querer usar vestidos, com botas, botins ou sapatos high hills, de cunha ou compensados, e nas nossas pernas, "black is out!"


MANGO



A marca espanhola que fez furor em Portugal nos ultimos anos, e que recentemente havia perdido um pouco o "brilho" a que nos tinha habituado, regressa agora mais bonita, pelo rosto de Penelope Cruz, que com a sua irmã Mónica, apresenta uma vez mais algumas peças da sua autoria, sempre de inspiração vintage.
A Mango voltou a chamar-me a atenção devido a um design urbano e sofisticado, bastante europeu e feminino, pela qualidade de materiais e delicadeza de pormenores.

Já sinto saudades do Verão... Da praia, e do cheirinho a férias...
Mas o Outono pode chegar, porque nós estaremos preparadas!

moda para o frio


Com a chegada da chuva, (e até da neve!), os termómetros descem, tornando apetecíveis materiais aconchegantes como a lã, a caxemira ou as peles (de preferência falsas!)

Não é difícil ser trendy, e enfrentar o Inverno em grande estilo, conjugando o conforto com as ultimas tendências.
As silhuetas estruturadas, num look que se quer clean, onde a variedade de casacos pode fazer toda a diferença.
Da clássica linha alfaiataria, passando por blusões acolchoados, o eterno militar ou volumes extra large, combinados com botas altas compensadas.

Um must que me agradou: as “treggings” estilo rock-chic, em ganga elástica plastificada.
Pretas, muito justas, com ou sem brilho.

Desfile de gerações


“Hoje assistimos em todo o mundo a desfiles onde os modelos femininos ou masculinos não sabem andar de forma correcta e elegante, não sorriem, porque se estipulou “robotizar”, não desfilam de forma diferente um vestido de noite, de um traje desportivo, não mudam de postura ou atitude em cada entrada.
Ninguém gosta, mas ninguém assume que é preciso voltar a ter qualidade e ser-se diferente, melhor e mais exigente.”
(Yolanda, em entrevista a Joana de Sousa Costa)

Esta afirmação, tão verdadeira e corajosa, proferida pela primeira modelo portuguesa a desfilar em Paris, fez-me reflectir sobre as mudanças mais marcantes das nossas passerelles, nas últimas gerações.

Com o objectivo prévio de “fazer uma carreira forte, ganhar notoriedade, credibilidade profissional e perceber a indústria da moda” numa altura em que não podia contar-se com o apoio de agências de modelos, Yolanda conquistou o seu lugar, devido a “um estilo muito próprio, muita técnica, e vontade de desempenhar um bom trabalho individual.”

Assistimos actualmente, a um (feliz) regresso das super Top Models.
Claudia, Christy, Linda, Eva, Kate, etc., emprestam a beleza, glamour e estilo único (como nunca mais se viu desde então) a campanhas publicitárias de marcas internacionais.
Inesquecíveis contemporâneas da “nossa” Sofia Aparício, que se tornou, em Portugal, num ícone incontornável.


Descoberta pelo estilista José Carlos, inicia a sua carreira com apenas 13 anos.
Aos 17, torna-se Miss Wonderland, e aos 20, vence a edição nacional do concurso Look of the Year.
Paralelamente à moda, inicia em 1994 a sua carreira televisiva, com a apresentação do magazine de moda 86-60-86, que se torna uma referência, na época.
Fez teatro, cinema e series para televisão.
Por ter participado em todas as edições da Moda Lisboa, torna-se um símbolo deste evento, e é também na Moda Lisboa, no ano 2000, que se despede das passerelles.


Os gémeos Pedro e Ricardo Guedes, são, dos modelos portugueses dos nossos dias, aqueles que mais se destacam.
Conhecidos (e reconhecidos) in e out door, e na minha opinião, os melhores em passerelle!
Em 1996, enquanto esperavam o autocarro (onibus), foram descobertos por uma produtora, que lhes perguntou se queriam ser modelos.
Os gémeos apanharam, sim, o autocarro para a fama, brilhando pela primeira vez na Moda Lisboa, num desfile de Miguel Flor.

O estilo individual de outrora, pode ter-se perdido um pouco pelo caminho.
Talvez o fenómeno das Tops dos anos 90, seja um fenómeno incontornável.
Mas Portugal, continua a dar cartas na moda internacional, pela qualidade, pelo design, e também pelos nossos modelos.

14.12.08

serra da estrela


Porque falar de moda, é também falar do sector têxtil,decidi dar-vos a conhecer a Serra da Estrela.
Um aglomerado montanhoso onde se situa o ponto mais alto de Portugal Continental, a 1991m de altitude.
É uma formação granítica, onde existem vestígios de povoamento pré e proto-histórico.
Na era do Império Romano, a região era denominada “Montes Hermínios”, e habitada pelos Lusitanos.
Seu caudilheiro, Viriato, é um símbolo que personifica, a identidade nacional dos portugueses.
Para além de ser um local de grande interesse turístico, devido às suas belas paisagens, desportos de Inverno (ski e snowboard) e ao facto de ter um ecossistema único, é também, devido à tradicional criação de ovelhas, uma região excelente produtora de matérias-primas, já descoberta por marcas de renome internacional.

O trabalho das lãs existe na Serra da Estrela há 800 anos.
Inicialmente como manufactura, e mais tarde como industria, é considerado um dos principais centros europeus de produção de lanifícios.
Duas ribeiras atravessam a cidade da Covilhã.
Estiveram na origem do seu desenvolvimento, pois forneciam a energia hidráulica necessária ao trabalho das máquinas.
Junto a estas ribeiras, existem ainda hoje dezenas de edifícios muito antigos, considerados “arqueologia industrial”, bem como a “Fábrica-Escola”, fundada em 1681 pelo Conde da Ericeira, junto à “Real Fabrica dos Panos”, fundada em 1763 pelo Marques de Pombal.
Esta, é actualmente sede da Universidade da Beira Interior, onde se encontra também o “Museu de Lanifícios” que é considerado um dos maiores núcleos museológicos da Europa.


Actualmente, as indústrias tradicionais de exportação - vestuário e têxteis - estão a modernizar-se, devido à concorrência asiática.
Os baixos custos, combinados com o livre acesso aos mercados da União Europeia, traduzem-se de há alguns anos a esta parte, numa “invasão” de lojas chinesas, que comercializam os seus produtos a preços impossíveis de pôr em prática pelo sector.
Em contrapartida, Portugal aposta na qualidade, versatilidade e flexibilidade.
Apesar de as fábricas se terem vindo a modernizar, passando a investir na formação profissional dos seus técnicos e empresários, há ainda um longo caminho a percorrer.
A indústria têxtil portuguesa, produz anualmente 40 000 km de tecido, e é fornecedora de marcas como Armani, Yves St Laurent, Hugo Boss, Calvin Klein, ou Christian Dior.

12.11.08

blogues de moda


Quando me propus divulgar as peças E.I.G. através de um blog, instintiva e inconscientemente, mergulhei num universo de blogs de moda, até então desconhecido para mim.

A oferta, era mais que muita, mas alguns deles, continuo a seguir até hoje.
O blog da Cami, o da Ana Clara; Meninas da Chocolate da Helena; o Dia de Beauté da Vic; Hit girls, Oficina do Estilo; Garotas estúpidas, etc.

Uma particularidade curiosa: o facto de todos serem brasileiros!
Não deixei de ficar surpreendida.
Será que as portuguesas não são vaidosas (ou não se assumem?), não gostam de moda, estilo, beleza?
“Dondoquices” de rapariga, não são coisa só para “tias”!
É lógico que não é esse o motivo, mas a verdade, é que apesar do potencial dos nossos designers, da qualidade de materiais e matérias-primas (que pouca gente conhece, e o estrangeiro reconhece!), e do livre acesso a tudo o que é marcas internacionais, basta olhar de relance para qualquer banca de revistas, para perceber que Portugal tem ainda um longo caminho a percorrer para estabelecer a ponte “comunicação” moda - consumidor comum.

De entre as dezenas de revistas femininas apenas três, na minha opinião, podem considerar-se também “revistas de moda”: Elle, Maxima e Vogue.
Publicações de cultura urbana, com moda e boa fotografia, destaco a Dif, a Parq e a Zoot. Esta ultima, escrita e inglês.
O resto é paisagem.

Mas a internet chegou para acabar com as fronteiras, e abrir as portas à globalização real/ virtual de povos, culturas, estilo e comportamento.

5.11.08

ana clara




mais que um blog,uma referência.

conteudo, qualidade, imagem.

"..tem pitadas de street fashion -fotos feitas por Ana Clara nas ruas de Paris -e faz ainda a comparação dos grandes desfiles internacionais com a moda real."

A jornalista de moda, Ana Clara, acompanha os desfiles de alta costura em Paris.

a contar os dias...


Uma marca de refrigerantes, declarou publicamente oferecer um lata da sua bebida a cada habitante dos estados unidos, caso Chinese Democracy saisse ainda em 2008.
E não é que desta vez, a coisa vai?
O "eternamente adiado", estará à venda a partir de 23 de Novembro.
("14 years of silence, 14 years of pain.." -esta foi para o Axl!)

Depois de nos ter aberto o apetite (for destrucion) no ano passado, com 3 faixas de Angel Down em dueto com o amigo Sebastian Bach, só faltava mesmo o livre acesso ao mais cobiçado objecto de desejo dos resistentes fãs dos Guns.

Já fiz log in no novo site, totalmente dedicado ao Chinese Democracy.

Para a irmandade de fãs dos Guns n Roses, curiosos e afins, que queiram contar os dias connosco, aqui ficam os liks:

http://www.chinesedemocracy.com

http://www.ngnr.com

3.11.08

O diabo veste Prada



divertido até ao fim!

O best seller das fashionistas, hit girls e e.i.g.´s!!!

muito bom!

na loja do luis buchinho



Na semana passada, sai da R. Sá da Bandeira, atravessei a Av dos Clérigos, subi a R.de Ceuta (sim, a do restaurante turco, e do outro cafezinho novo muito giro onde fui com o Ricardo e a Adriana,q tem vasos com cactos nas mesas)virei à direita, e Voilá!

A loja do Luis Buchinho!

Nunca escondi a admiração que tenho pelo trabalho deste criador, e a colecção apresentada na Moda Lisboa, deixou-me com uma vontade irresistivel de ver -ao vivo e a cores -os modelos de pret-á porter!

I love fashion



Beleza. Criatividade. A imaginação levada ao limite.
A desconstrução da realidade, em imagens.
Conceptualização. Contextualização.
Elegância. Puro estilo.
Movimento constante de cores e formas, ao ritmo da passerelle.
Moda. Sempre.
O limiar, subtil fronteira entre o real e o insólito.
A arquitectura dos corpos. Flash-back de sensações.

Apagam-se as luzes. Desmontam-se os cenários.
Lentamente despertamos, de quatro intensos dias de …Refleshion – Moda Lisboa.

Refleshion - Moda Lisboa/ Estoril 31



As opiniões foram unânimes.
A organização foi excelente.
Tiago Sá Miranda, responsável pelo staff, contou-me, que o evento leva 6 meses a organizar, e isto, em ritmo acelerado, sendo os últimos 2 meses, uma verdadeira loucura!
A Moda Lisboa trabalha todo o ano para 2 edições, tendo algumas colaborações com outras empresas.
O impacto deste evento é muito grande, pelo que todos os desfiles tiveram uma adesão fantástica, tanto do público, como da imprensa, nacional e internacional.
Espanha, França, Itália, Polónia, Bulgária, Alemanha, Holanda, Austrália, Estados Unidos da América, (entre outros) e a maior delegação de sempre, do Brasil.
Relativamente à participação de criadores brasileiros no evento, Tiago confirma que “A Moda Lisboa é o palco principal para a entrada da moda brasileira, pois esta tem um público e uma imprensa muito receptivos.
Entrando em Portugal e Espanha, o Brasil chega ao resto da Europa.”

antes da festa



dia 4





Domingo, 12, havia uma certa tristeza no ar.
Tão poucos dias, mas tão intensos, que as relações humanas se estreitaram, e acabamos por criar laços de amizade.
O palco da Moda Lisboa, teve lotação esgotada.
Trocavam-se os últimos contactos. A sala de imprensa, a um ritmo desenfreado.
Os desfiles apresentados, foram todos de alto nível.
Ricardo Dourado? I want it all!!
A colecção de Pedro Mourão, contou com a presença de actores da popular serie juvenil Morangos com Açúcar. Os modelos fizeram furor, e arrebataram a entusiasmada assistência!
Filipe Faísca, encerrou da melhor forma a 31ª edição de Moda Lisboa/ Estoril.
A última imagem?
As noivas molhadas, e o estilista, encharcado, correndo, para agradecer os aplausos.
Depois, a passerelle…vazia.

2.11.08

meninas da moda






Laura Walters, uma british girl em Paris, cuja missão era fotografar streetwear e looks diferentes para a revista Wad, é ela própria, supercool e original.
Joanna, de Varsóvia, não lhe ficava atrás, conjugando com graça e bom gosto saia abaixo do joelho, sapatos verdes, t-shirt, parka e malinha vintage, ou um vestido roxo, pumps pretos de salto prateado, com meias curtas e a echarpe da avó!
A linda Mariana, pivô de televisão em Milão, e ex-modelo, combinava tudo com umas super botas pretas acima do joelho, e Angela, de Nova Iorque, uma alegria contagiante com botas castanhas compensadas, jeans e casaco de camurça às franjas, made in USA!
A L'oreal Prifissionel, montara um stand promocional aberto ao público, onde cabeleireiros especializados em produções de moda, faziam as delícias dos transeuntes, com penteados

dia 3






O programa de Sábado, 12, começava com um almoço volante oferecido pela marca de azeite Oliveira da Serra, também mecenas do talentoso criador Ricardo Preto.
Sete estilistas desfilaram as suas últimas criações.
Katty Xiomara, era um dos nomes mais aguardados entre a imprensa internacional.
Pessoalmente, estava ansiosa pela apresentação de Luís Buchinho (e não me canso de repetir o carinho que tenho por este designer, cuja carreira acompanho há tantos anos…) desfile que adorei, pelo talento e criatividade que mais uma vez demonstrou.
A noite terminou com um jantar no Clube Naval de Cascais, com vários convidados da nossa “socialite”.
Alguns jornalistas decidiram aproveitar um pouco a night lisboeta, mas eu optei por improvisar uma press room na recepção da pousada onde me instalei, a trabalhar, beber capuccinos, ouvir o mar, e tentar fotografar ao longe o efeito magnífico das luzes da ponte Vasco da Gama.