27.1.09

moda alternativa




O Inverno gelado ainda marca presença, mas as montras das lojas não tardarão a apresentar-nos as novas colecções.

Cores, formas, silhuetas, previamente estudadas, lançadas nos desfiles de Outono.

O jogo mecanizado das tendências que nos habituamos a consumir.

O movimento criativo, assume-se finalmente como forma de expressão simbólica, patente nas nossas escolhas.

Se o vestuário é comunicação, é a mistura individual de influências que se adapta à nossa personalidade e transforma a moda em estilo.

A busca cada vez maior de peças únicas, exclusivas, de criador, vai tomando o lugar à massificação das grandes superfícies internacionais.

Nota-se um certo "cansaço estético" em relação aos centros comercias. À oferta das marcas globalizadas. À dita democratização da moda que uniformizou o nosso guarda roupa.

Nomes menos conhecidos, menos mediáticos, menos comerciais, abrem as portas a espaços repletos de novidades e imaginação.

Resultado do talento e empreendedorismo dos novos designers portugueses, (os grandes criadores do futuro?) que vão conquistando o seu lugar num mercado com vontade e necessidade de inovar.

Um interessante movimento conceptual, a que os consumidores de moda não podem ficar indiferentes.

(desfile da criadora Juliana Cerdeira -Porto)

1 comentário:

aline disse...

Oi querida, que bom que gostou do meu blog.
Porque eu também gostei muito do seu.
Gosto do teu jeito de escrever.
E realmente, hoje a moda anda abrindo espaço para a democratização, para nomes menos famosos e para uma moda tão poderosa quanto a das grandes semanas de moda pelo mundo a fora.
beijo.
e volte mais.
:)